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Pacotes gigantescos de maconha aparecem em praias da Flórida após furacão

Publicado em 19/09/2018 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


FLÓRIDA — Vários pacotes com "tijolos" de cinco quilos de maconha cada têm aparecido nas praias da Flórida, nos Estados Unidos, desde a passagem do furacão Florence, na semana passada.

De acordo com o jornal "The Washington Post", as autoridades levantaram duas possibilidades para a "carga à deriva". A droga poderia estar em um barco que virou durante a passagem do furacão ou ser parte de uma entrega por avião que deu errado.

Os tijolos pesam — molhados — cerca de cinco quilos e apresentam um dilema para os frequentadores de Daytona Beach, diz o jornal: chamar a polícia ou não. Robert Kelley, de 61 anos, optou por não chamar e acabou preso.

Numa ligação recebida pelas autoridades, uma pessoa disse que os pacotes tinham dado na praia de Jungle Hut e que sete ou oito pessoas estavam lutando entre si para ficar com os tijolos prensados. Ao chegar, a polícia descobriu que Kelley tinha colocado um dos tijolos em seu carro, segundo ele "para levar para a delegacia". O homem foi detido e acusado de porte de maconha acima de 20 gramas.

A maconha medicinal é legal no estado da Flórida, mas “é ilegal” para uso recreativo, observou a porta-voz do xerife, Anna Hackett.

A estranha carga apareceu também em outras praias do estado. Autoridades do condado de Flagler, um dos 67 da Flórida, já recuperaram 45 quilos de maconha em dois dias. Isso não inclui alguns pacotes que foram levados por banhistas, como o caso de uma mulher de biquíni amarelo fotografada deixando a areia com um tijolo prensado. Apesar de apolícia ter divulgado a foto, ela ainda não foi localizada — e nem a carga.

Em St. Johns County, os pacotes começaram a aparecer flutuando no fim de semana, onde a Guarda Costeira recolheu sete ou oito pacotes, incluindo um encontrado por um policial de folga.

Nenhum dos pacotes encontrados pelas autoridades continham marcas ou registros curiosamente, já que traficantes costumam colocar seu selo.

— Provavelmente todos fazem parte do mesmo carregamento — disse Mulligan. — A questão é como chegaram ao mar?

Mulligan disse que os pacotes poderiam ter flutuado para o norte, vindo de áreas distantes, como Porto Rico, e poderiam ter ficado à deriva por algum tempo.

 

› FONTE: O Globo


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