Online Mídias
Cotação
RSS

Veja quem são os suplentes dos 15 vereadores que podem deixar a Câmara em 2023

Publicado em 29/09/2022 Editoria: Política sem comentários Comente! Imprimir


Câmara Municipal de Campo Grande, no Bairro Jatiuka Park. (Foto: Divulgação/CMCG)

Câmara Municipal de Campo Grande, no Bairro Jatiuka Park. (Foto: Divulgação/CMCG)

Dos 29 vereadores eleitos para mandato de 2021 a 2023 em Campo Grande, 15 querem mudar de cargo antes mesmo do fim da legislatura. Ocorre que nas eleições deste ano, eles têm chances de se tornarem deputados estaduais ou federais. Neste caso, suplentes já ficam em alerta para acompanhar os resultados das votações previstas para o próximo domingo (2). 

Anônimos ou já conhecidos como políticos na Capital, suplentes eleitos nas eleições de 2020 podem ganhar a chance de assumir um mandato a partir da metade.
 
Dois suplentes perderam a chance de assumir vagas na Câmara Municipal antes mesmo de tê-las, porque mudaram de partido depois das últimas eleições.
 
Rafael Tavares foi eleito como primeiro suplente pelo Republicanos, mas deixou o partido. O terceiro suplente era Wilton Candelorio, o “Leinha”, que também saiu do partido.
 
Com quatro candidatos, o PSD (Partido Social Democrático) é o partido com mais vereadores na disputa. Se todos forem eleitos para o cargo que concorrem, abrem vaga para quatro suplentes. Se algum deles não quiser assumir, os demais suplentes sobem na fila.
 
"Dança das cadeiras" - Uma curiosidade é que alguns podem entrar mesmo tendo feito pouquíssimos votos em relação a média dos eleitos empossados. - 
Primeiro suplente do PSL (Partido Social Liberal), Lucas Santos assume uma vaga na Câmara se o vereador Alírio Villasanti Romero, o “Coronel Alírio” (União Brasil) for eleito deputado federal. Lucas teve 841 votos. Com a fusão do PSL e o DEM (Democratas), surgiu o União Brasil, neste ano.
 
O MDB poderia abrir duas vagas na Câmara, mas o vereador Jamal Mohamed Salem, o “Dr. Jamal”, está inelegível e, portanto, desistiu da candidatura, sendo substituído por candidata que não tem mandato, a professora universitária Mariuza dos Santos. Com isso, o partido abre apenas uma vaga na Câmara, se o vereador Loester Nunes de Oliveira, o “Dr. Loester” (MDB) for eleito deputado estadual, neste ano.
 
No partido Rede, o primeiro suplente é Eduardo Romero, que hoje é secretário estadual de Cultura de Mato Grosso do Sul. Caso seja convidado a continuar no cargo pela gestão estadual eleita para 2023, Romero abre vaga para o segundo suplente.
 
Tudo depende do cenário político e é por isso que diz-se que a entrada dos suplentes faz a “dança das cadeiras” nas Casas Legislativas. 

 

› FONTE: www.campograndenews.com.br


sem comentários

Deixe o seu comentário

Digite as palavras abaixo:
To use reCAPTCHA you must get an API key from https://www.google.com/recaptcha/admin/create